segunda-feira, 29 de maio de 2017
sábado, 27 de maio de 2017
quinta-feira, 25 de maio de 2017
quarta-feira, 24 de maio de 2017
segunda-feira, 22 de maio de 2017
sábado, 20 de maio de 2017
sexta-feira, 19 de maio de 2017
quinta-feira, 18 de maio de 2017
quarta-feira, 17 de maio de 2017
terça-feira, 16 de maio de 2017
segunda-feira, 15 de maio de 2017
domingo, 14 de maio de 2017
Pente-fino em auxílio-doença gera economia de R$ 1,9 bi

O pente-fino nos benefícios de auxílio-doença já rendeu uma economia anual de R$ 1,9 bilhão, de acordo com os números mais recentes do resultado das perícias que estão sendo feitas pela força-tarefa do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Para o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, o beneficio de auxílio-doença “estava fora de controle”.
Segundo ele, 84% das pessoas que passam pela perícia tiveram o benefício cancelado e apenas 2% pediram revisão da decisão. “Isso significa que admitiram que estavam recebendo indevidamente”, disse.
O ministro informou que os resultados até agora indicam que a perícia nos auxílios-doença pode garantir uma economia de mais de R$ 10 bilhões por ano quando todo o trabalho de fiscalização estiver completo. A expectativa inicial era de que o pente-fino garantisse uma redução de gastos de no máximo R$ 8 bilhões. A checagem atingirá 1,7 milhão de pessoas em todo o País.
As fraudes encontradas surpreendem. Osmar Terra contou que foi encontrado caso de mulher que obteve o auxílio por gravidez de risco que ainda recebia o benefício cinco anos depois. Outro caso descoberto mostrou uma pessoa que quebrou perna e recebia o benefício há 12 anos, mesmo depois de a fratura ter sido corrigida.
O próximo benefício que passará pelo crivo dos peritos é o Benefício de Prestação Continuada (BPC), concedido a pessoas com deficiência ou idosos de baixa renda. Esse é o benefício de assistência social do governo federal que mais consome recursos. Custa por ano R$ 50 bilhões e contempla 4,43 milhões de pessoas que recebem, cada uma, um salário mínimo.
O ministro informou que o Ministério do Desenvolvimento vai fazer um trabalho de capacitação para permitir que deficientes que usam cadeira de roda, por exemplo, tenham condições de arrumar um emprego e possam no futuro deixar o programa de assistencial.
Segundo o ministro, o governo deve editar uma medida provisória alterando a regra de acesso dos deficientes ao BPC. Hoje, têm direito ao benefício famílias com renda inferior a um quarto do salário mínimo per capita. A ideia é alterar para meio salário mínimo per capita, o que pode aumentar o número de beneficiários.
Segundo Terra, alterar o critério para ter direito ao BPC vai diminuir o número de pessoas que entram na Justiça para requerem o benefício. O governo, no entanto, espera aprimorar a concessão do benefício para atender apenas a pessoas com deficiência grave e famílias realmente de baixa renda.
Para o ministro, as mudanças no BPC que estão sendo encaminhada na proposta de reforma da Previdência vão continuar protegendo os mais pobres. A idade mínima para os idosos receberem o beneficio pode subir de 65 anos para 68 anos caso o texto atual da reforma seja aprovado na Câmara. Para os deficientes, não há exigência de idade mínima. “Mas quem é que diz que vai prejudicar? É a oposição que está dizendo ninguém mais vai ter BPC.”
A proposta original do governo desvinculava o BPC do salário mínimo. O relator da proposta, no entanto, retirou essa possibilidade, com o apoio do ministro Terra. “Quem recebe o BPC são os mais vulneráveis”, defendeu. / As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: http://www.istoedinheiro.com.br
sábado, 13 de maio de 2017
‘Multinacional’ do cibercrime é responsável por ataque hacker
O sequestro virtual de dados em 99 países foi orquestrado por grupo criminoso organizado e com integrantes de vários locais do mundo
Por Angela Nunes

(Reprodução/Reprodução)
O ataque hacker que atingiu 99 países nesta sexta-feira não tem precedente na história do cibercrime. Menos de 24 horas depois de identificado, já atingiu mais de 75.000 computadores e servidores ao redor do mundo. As instruções que aparecem na tela das vítimas foram preparadas em 28 idiomas diferentes, inclusive português. Todo esse planejamento e execução, realizados com precisão, dependem da existência de uma infraestrutura específica, investimento e organização.
“Tudo indica que é um grupo internacional. E não é um grupo pequeno”, diz Fábio Assolini, que faz parte da Equipe de Pesquisa e Análise Global da Kaspersky, empresa russa de segurança que descobriu a infecção virtual na noite de quinta-feira.
“Foi um ataque muito bem planejado e com objetivo financeiro claro. E foi arquitetado para afetar o maior número de vítimas, com pedido de resgate no idioma da vítima”, completa Assolini. O profissionalismo do grupo pode ser constatado até mesmo na programação do vírus. Apesar dos esforços de agências de internacionais, empresas de segurança e especialistas, até agora não foi possível identificar os responsáveis. “Sabe-se apenas que é um grupo muito organizado e provavelmente composto por pessoas de diversos países”, diz o especialista de cibersegurança Carlos Borges, da empresa de tecnologia Arcon.
Os hackers utilizaram uma brecha do sistema Windows para codificar os computadores atingidos, tornando-os inacessíveis para o usuário. Depois exigiram o pagamento de resgates no valor de 300 dólares (cerca de 940 reais) para desfazer a criptografia. Sem o código em poder dos bandidos, é impossível reaver os dados.
O impacto do bloqueio de informações varia. Uma empresa que mantenha tenha back-ups recentes, pode simplesmente reiniciar o sistema e utilizar a última versão de seus servidores, sem grande prejuízo. Mas as consequências também podem ser sérias. Na Inglaterra, por exemplo, o ataque fez com que 16 hospitais fossem obrigados a trabalhar sem seus equipamentos, o que comprometeu seriamente a capacidade de atender os pacientes. No Brasil, de acordo com Borges, dezenas de empresas foram atingidas, apesar de nenhuma assumir publicamente. Em diversos locais, os funcionários foram orientados a desligar os computadores como medida de precaução, para evitar o ataque.
Para receber o dinheiro o grupo criou dezenas de contas de bitcoin, uma moeda virtual usada para pagamentos na internet. Apesar dos especialistas recomendarem o que o resgate não seja pago, no começo da tarde já se podia verificar a movimentação nessas contas. Em apenas uma delas, foram pagos vinte resgates, no valor total de 6.000 dólares. O modelo de funcionamento da bitcoin, que é autogerenciada e não possui nenhuma instituição financeira ou governo por trás, garante que as transações aconteçam no anonimato e de forma não rastreável.
Cibercrime em expansão
A disseminação global de vírus de computadores não é novidade, mas este foi o primeiro ataque em massa que não dependeu da ação direta do usuário – como executar um arquivo ou clicar em um link malicioso – para infectar o sistema. Os cibercriminosos utilizaram-se de uma vulnerabilidade do Windows que permite tomar o controle de uma máquina apenas enviando um email para ela, mesmo que a mensagem não seja aberta.
Os ataques hackers são divididos basicamente em dois tipos: os ataques por ‘malware’, em que o vírus infecta o sistema para acessar informações ou causar danos (como impedir a reinicialização do computador), e por ‘ransomware‘, em que o criminoso sequestra os dados ao criptografá-los, deixando-os inacessíveis para o usuário, e exige o pagamento de resgate. A ação de hoje se enquadra no segundo tipo.
A falha de segurança foi solucionada pela Microsoft na ultima atualização de seu sistema, disponibilizada gratuitamente na segunda-feira, mas se o usuário não baixar a correção continua exposto. Por isso mesmo, o número de vítimas deve continuar subindo nos próximos dias.
Fonte: http://veja.abril.com.br
sexta-feira, 12 de maio de 2017
quinta-feira, 11 de maio de 2017
quarta-feira, 10 de maio de 2017
segunda-feira, 8 de maio de 2017
domingo, 7 de maio de 2017
Esta será a melhor semana do ano para você aprender a investir
Mulher com dinheiro
(DeanDrobot/Thinkstock)
São Paulo
– Começa nesta segunda (8) a 4ª edição da Semana de Educação Financeira,
que irá promover mais de mil palestras, seminários e encontros gratuitos em 21
estados do país e no Distrito Federal. O intuito é ensinar o consumidor a lidar
melhor com o dinheiro e a investir.
Organizado pelo Comitê Nacional
de Educação Financeira (CONEF), o evento termina no próximo domingo (14) e tem
como objetivo promover ações de educação financeira no Brasil, seguindo as
diretrizes da Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF), criada por
decreto federal em 2010.
A
Comissão de Valores Mobiliários (CVM), autarquia que regula e
fiscaliza o mercado financeiro com o intuito de proteger investidores,
participará do evento todos os dias, realizando palestras e encontros sobre
temas como planejamento financeiro, mercado de capitais, fintechs e
crowdfunding, entre outros.
O Instituto Brasileiro de Defesa
do Consumidor (Idec) também participa do evento e irá promover palestras
onlines, além de dar orientações financeiras e oficinas presenciais. As
palestras online estão abertas ao público e duram uma hora.
Na segunda (8), às 10h, a
associação irá dar orientações sobre os riscos de tomar crédito e como evitar o
superendividamento. Na terça (9), também às 10h, o Idec vai tratar da
importância de planejar o orçamento doméstico para ter equilíbrio financeiro.
Já na quinta (11), às 14h, a
palestra “Como aplicar o seu dinheiro para iniciantes” vai explicar conceitos
básicos sobre investimentos, perfis de investidores e rentabilidade. Na sexta
(12), às 14h, irá organizar a palestra sobre direitos do consumidor de serviços
bancários.
Veja
abaixo os cursos online e as atividades presenciais que se destacam no evento.
Para ver a programação completa, acesse o site do evento:
Atividades
online

Mulher com dinheiro
(DeanDrobot/Thinkstock)
Atividade
|
Quando
|
Quem promove
|
Como se cadastrar
|
Curso “Gestão de Finanças Pessoais”
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Do dia 8 a 14 , das 5h às 23h50
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Banco Central do Brasil
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Webinar “A conquista da sua liberdade através da educação financeira”
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Dia 9, das 19h às 20h30
|
BM&FBovespa
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Palestra “Oferta de Crédito e Superendividamento”
|
Dia 8, das 10h às 11h
|
Idec
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Palestra “Planejamento Financeiro e Consumo”
|
Dia 9, das 10h às 11h
|
Idec
|
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Palestra “Como aplicar o seu dinheiro para iniciantes”
|
Dia 11, das 14h às 15h
|
Idec
|
|
Palestra “Direitos do consumidor de serviços bancários”
|
Dia 12, das 14h às 15h, em São Paulo
|
Idec
|
Atividades presenciais
Atividade
|
Quando
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Quem promove
|
Como se cadastrar
|
Curso “Finanças Pessoais Master”
|
Dia 8 e 13, das 9h às 16h, em São Paulo
Dia 9 e 10, das 18h30 às 22h, no Rio de Janeiro/
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BM&FBovespa
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|
Curso “Como Investir na Bolsa”
|
Dia 10 e 11, das 19h às 22h30, em São Paulo
|
BM&FBovespa
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Palestra “Fintech”
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Dia 8, das 10h às 12h, no Rio de Janeiro
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CVM
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Palestra “Educação Financeira para Jovens”
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Dia 9, das 9h30 às 12h, no Rio de Janeiro
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CVM
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Palestra “Bem-Estar Financeiro”
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Dia 9, `das 14h às 17h40, no Rio de Janeiro
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CVM
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Palestra “Valores Mobiliários -Investimentos”
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Dia 9, das 14h às 16h, em São Paulo
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CVM
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Palestra “Educação e Planejamento Financeiro”
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Dia 9, das 19h às 21h, em Recife
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CVM
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Palestra “Mercado de Capitais”
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Dia 10, das 10h às 12h, em São Paulo
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CVM
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Palestra “Planejamento Financeiro”
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Dia 10, das 10h às 12h, no Rio de Janeiro
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CVM
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Palestra “Planejamento Financeiro”
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Dia 10, das 14h às 17h, em São Paulo
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CVM
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Palestra “A Cabeça do Investidor”
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Dia 11, das 10h às 12h, em São Paulo
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CVM
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Palestra “O que é o Mercado de Capitais”
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Dia 11, das 14h às 17h, no Rio de Janeiro
|
CVM
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Palestra “Fundos de Investimentos”
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Dia 11, das 14h às 17h, em São Paulo
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CVM
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Palestra “Educação e planejamento financeiro”
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Dia 11, das 19h30 às 21h, em São Paulo
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CVM
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Palestra “Educação e planejamento financeiro”
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Dia 12, das 9h às 12h, em Goiânia
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CVM
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Palestra “Mudança do comportamento financeiro”
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Dia 12, das 10h às 12h, em São Paulo
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CVM
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Palestra “Crowdfunding”
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Dia 12, das 10h às 12h, no Rio de Janeiro
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CVM
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Palestra “Educação e Planejamento Financeiro”
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Dia 12, das 14h às 16h, em São Paulo
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CVM
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Palestra “Ofertas Públicas de Valores Mobiliários”
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Dia 12, das 15h às 17h, no Rio de Janeiro
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CVM
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Orientação sobre renegociação de dívidas
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Dias 8 e 9, das 11h às 12h, em São Paulo
Dias 10 e 12, das 15h às 16h, em São Paulo
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Idec
|
|
Oficina “Administração do Orçamento Pessoal”
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Dia 9, das 15h às 18h, em São Paulo
|
Idec
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|
Oficina “Administração do Orçamento Pessoal”
|
Dia 11, das 16h às 19h, em São Paulo
|
Idec
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Fonte: http://exame.abril.com.br
sábado, 6 de maio de 2017
Delfim Netto: Não reformar Previdência é esperar pelo precipício
Para o ex-ministro da Fazenda, a proposta para mudar a previdência é fundamental para evitar que o Brasil fique insolvente

Delfim Netto: o desequilíbrio das contas fiscais brasileiras é "brutal" - é preciso fazer o ajuste e avançar com as reformas (Nacho Doce/Reuters)

Delfim Netto: o desequilíbrio das contas fiscais brasileiras é "brutal" - é preciso fazer o ajuste e avançar com as reformas (Nacho Doce/Reuters)
São Paulo – O economista Delfim Netto, ex-ministro da Fazenda, afirma que a aprovação da reforma da Previdência é fundamental para evitar que o Brasil fique insolvente e volte a ter crescimento econômico.
O desequilíbrio das contas fiscais brasileiras é “brutal” – é preciso fazer o ajuste e avançar com as reformas. Se a sociedade não quiser mudanças na aposentadoria, é só esperar pelo precipício, disse ele ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
Delfim avalia que o presidente Michel Temer está indo no caminho certo, mas vai ficar só com o ônus das reformas. O bônus, disse ele, vai ficar para o próximo presidente, eleito em 2018, e para “nossos filhos e netos”. A seguir, os principais trechos da entrevista:
A reforma da Previdência proposta pelo governo é correta?
Acho que foi uma boa proposta. Está sendo corrigida no Congresso e quando o Congresso corrige uma proposta do Executivo, não significa que o Executivo está perdendo, que está cedendo.
O poder supremo de legislação está no Congresso. Portanto, o Legislativo, que foi eleito legitimamente, representa a sociedade na formulação dessas reformas. O que o Legislativo decidir é o máximo que a sociedade quer.
No molde em que ficou, essa reforma vai contribuir para melhorar as contas fiscais?
Sim, sem dúvida. É claro que não terá o mesmo efeito que teria a reforma original. Mas a que vai sair é a reforma consistente com a vontade da sociedade e, mais do que isso, se a sociedade disser “não quero reforma”, não há o que reclamar, é esperar o precipício.
Sem o ajuste fiscal, vai juntar pé com cabeça, vai destruir tudo, no final nem as aposentadorias serão pagas. Como já vem acontecendo no Rio.
Vamos continuar desregrados e caminhar para a insolvência. Ou seja, o final de tudo é que a defesa intransigente de uma Previdência generosa é a morte da Previdência.
Se houver muitas concessões na reforma, vai ser preciso ser feita outra nos próximos anos?
Mesmo se a reforma sair como está agora, daqui a cinco anos vai precisar de outra. Quero chamar a atenção para um fato: a aprovação não vai dar nenhum bônus para o Temer, pelo contrário, ele só vai levar o ônus.
O bônus quem vai levar são os próximos governos e nossos filhos e netos. Você teve de acomodar a regra de transição, o que é natural, é normal. A regra feita pelo burocrata era muito dura.
Qual o principal ponto da reforma?
A idade mínima é fundamental. A histeria do combate à reforma esconde uma única coisa: o interesse dos histéricos. A oposição é o estamento estatal que se apropriou do poder no Brasil. Pode observar, a maioria dos opositores são funcionários públicos, bem acomodados e que não compreendem uma coisa elementar, que aliás o Brasil esqueceu.
Para ser funcionário público você tem de passar por um teste de honestidade, tem um concurso. Depois você tem a garantia da estabilidade, dos salários, a irredutibilidade dos salários, a aposentadoria integral.
Por que em todo lugar do mundo é proibida a greve do funcionalismo público? Ele não tem o que reivindicar. A sociedade deu pra ele tudo o que era preciso.
A reforma da Previdência e outras medidas vão permitir que os juros reais caiam mais no Brasil?
Ninguém sabe qual a taxa de juros real de equilíbrio no Brasil. É evidente que essa taxa depende da conjuntura. Ora, a reforma da Previdência, junto com o teto dos gastos, com as medidas microeconômicas, vai provocar uma queda na taxa da taxa de juros real de equilíbrio, se é que ela existe. O custo da dívida pública vai encolher.
Esse encolhimento mais a correção justa da Previdência vai liberar recursos para saúde, educação, investimento em infraestrutura, sem os quais o Brasil nunca mais vai voltar a crescer.
Porque a retomada da economia está sendo tão lenta?
O desarranjo fiscal é brutal. Queremos ignorar esse fato e insistir como se existisse mágica. A escolha que o Temer adotou é correta. É corrigir desequilíbrios que têm implicação global.
Um no nível macroeconômico, que é o problema da Previdência, e outro no micro, que é a questão trabalhista. Os dois devem conduzir lentamente para melhorar a economia.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: http://exame.abril.com.br
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